Do direito ao voto em 1932 à conquista de espaço no mercado de trabalho, as mulheres já obtiveram vitórias importantes na luta pela equidade entre gêneros. Elas estão transformando o papel que desempenham na sociedade, ao mesmo tempo em que lidam com mudanças em seu próprio comportamento.

Nesse especial da PÁGINA22, reunimos algumas matérias que abordam conquistas e desafios emocionais e profissionais das mulheres na busca por igualdade.

Em gênero e número Por P22 #17 (mar/2008)

“O fotógrafo Adriano Gambarini colheu um número de cenas femininas, durante andanças por 17 países – na sociedade desigual do Primeiro e do Terceiro Mundo.”

O medo do homem diante da narrativa feminina Por Xico Sá #32 (jul/2009)

“Pelo menos no discurso amoroso, não há dúvida, a fêmea se apropriou de vez da lengalenga dos marmanjos.”

Nem tudo nas mãos Por Maria Lutterbach #38 (fev/2010)

“Ainda novata na roda-viva do trabalho, é ela quem mais sente falta de antigos valores, como solidariedade e partilha.  Características que, embora essenciais para a continuidade da vida, estão subestimadas no domínio público.”

Mulheres florestais Por P22 (mar/2011)

“E se os esforços de conservação da natureza tivessem uma perspectiva de gênero? Que tal se as mulheres fossem alvo de uma estratégia especial?”

A classe das mulheres contra a Walmart Por Flavia Pardini (abr/2011)

“O caso teve início em 2001 com Betty Dukes, uma funcionária do Walmart na Califórnia por nove anos, que apesar de vários esforços não conseguiu ser promovida dentro da hierarquia da empresa.”

PEC das domésticas: a mudança é mais profunda do que parece Por Amália Safatle (mar/2013)

“Em síntese, penso que não devemos aspirar igualdade de condições e oportunidades nesse sistema patriarcal que é tão falho. Isso seria o mesmo que corroborar com ele. Bem diferente disso, o que devemos fazer é – mulheres e homens –  contribuir para  ”feminilizar”  o sistema.”

A ilusão da igualdade Por Carol Nunes (mar/2014)

“Tão importante quanto investir no bem-estar das colaboradoras é dar condições mais justas para elas competirem por cargos mais altos.”

Feminismo, a bandeira que esquecemos de carregar Por Regina Scharf (abr/2014)

“Houve um tempo em que os militantes pediam a homens para defender os direitos das mulheres. Agora, nós o faremos nós mesmas”

 

31 de março e 01 de abril de 1964. Há 50 anos, tanques e soldados do Exército brasileiro saíam dos quartéis e ocupavam os principais prédios públicos em Brasília, Rio de Janeiro e em outras capitais do país. O governo de João Goulart caía sem resistência e dava espaço para uma articulação política entre lideranças da oposição e as Forças Armadas. Era o começo do regime civil-militar que cassaria todas as liberdades civis no decorrer de duas décadas, e caçaria seus inimigos nos becos das cidades, nos esconderijos da floresta, nas letras de música, nos jornais, na televisão…

Cinco décadas depois, o Brasil vive um regime político democrático, mas ainda sofrendo com os efeitos de décadas de fechamento político. Para relembrar esse evento triste da nossa História e para pensar no nosso presente e futuro, o blog Coletivo Sustentável reuniu algumas matérias da Página22 que abordam os desafios da democracia pós-redemocratização no Brasil.

O ativismo político da nova geração é efetivo ou falta pragmatismo? Por Amália Safatle (nov/2012)

“A juventude não entra no partido porque lá não sabe o que pode falar. Já nos coletivos, entra numa roda, senta no chão e fala o que quiser.”

Antes…e depois? Por Bruna Borges #59 (dez/2011)

“Geralmente tudo (de errado nas escolhas do governo) tem como motivo a corrupção. Nada se explica por escolhas, por linhas políticas ou por propostas econômicas já superadas. Isso faz com que a discussão política que ocorre no Brasil seja muito fraca.”

Aprender a conversar Por Carolina Derivi #51 (abr/2011)

“A gente percebeu que as ideias mais criativas vinham daí. O Estado deixa de determinar o espaço da participação e passa a reconhecer os espaços que a sociedade cria.”

Movida a transparência Por P22 #14 (nov/2007)

“Baseada na colaboração e consentimento entre todos os participantes de uma organização, a sociocracia é um sistema de governança para a sustentabilidade.”

A democracia pede licença Por P22 #10 (jul/2007)

“Na nascente democracia brasileira, o cidadão tem um voto, mas dificilmente sua opinião é levada em conta na hora em que se decide por obras polêmicas e de grande impacto socioambiental, como uma usina de energia nuclear, a transposição do Rio São Francisco e a construção de grandes hidrelétricas ou de rodovias.”

 

Aproveitando as manifestações que ocorrem em São Paulo e pelo Brasil, destacamos duas matérias da Página 22 que ajudam a pensar o assunto:

A ágora de agora
Entrevista com Sérgio Abranches na edição 45

Por que o transporte público merece subsídio
Matéria publicada no blog da redação na Pagina 22

Pagina 22

 

Desde 1972, com a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano, encontro que iniciou as discussões internacionais sobre meio ambiente no âmbito das Nações Unidas, comemora-se no dia 05 de junho o Dia Mundial do Meio Ambiente. Este dia cativa a atenção e a ação política de governos e sociedades para aumentar a conscientização e a preservação ambiental. A cada ano, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) escolhe um tema específico e um país-sede para a realização de eventos comemorativos especiais. Neste ano, o tema é Pensar.Comer.Conservar, uma campanha contra o desperdício e perda de alimentos que procura estimular a todos a diminuir suas pegadas de carbono, e a Mongólia, uma das economias que mais rápido cresceu nos últimos anos, é o país-sede do Dia Mundial.

Para comemorar este importante dia, o blog Coletivo Sustentável reuniu algumas matérias publicada pela Revista Página 22 em suas edições anteriores do mês de junho, que abordam uma gama de temas relacionados com meio ambiente e sustentabilidade – desde a questão das cidades até os desafios do turismo sustentável!

#9 (2007)

A política na Contramão, por Amália Safatle e Flavio Lobo

Por oito anos presidente da República, após exercer funções como senador e duas vezes ministro de Estado, Fernando Henrique Cardoso pode falar de cadeia: “Política e sustentabilidade andam muito mal”. Uma se sustenta apenas com apoio local, no aqui e agora. A outra engloba o bem comum e duradouro, e pede uma constituency planetária.

Para onde vamos?, por Amália Safatle

Ao reunir tanta gente em um determinado espaço, as cidades representam o desafio máximo de equilibrar homem e natureza. São Paulo, sonho e pesadelo, é um grande mote para repensar os rumos da civilização

O mundo nas cidades, por Flavia Pardini

Dos países desenvolvidos que buscam soluções para reduzir as emissões de carbono às nações em desenvolvimento, onde morar bem ainda é um privilégio, o futuro é urbano

Querer ser, por Flavia Pardini

O especialista em sustentabilidade urbana Peter Newman dis que o maior desafio para as cidades, onde quer que estejam, é acreditar que o sonho pode ser urbano

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#20 (2008)

Quem te viu, quem te vê, por Amália Safatle

A comunicação já foi muito usada para dominar e manter estruturas de poder. Um processo nascente de descentralização na forma de produzi-la e difundi-la lança luzes para transformar a sociedade

Zona cinzenta por trás do verde, por Ricardo Ferraz

Sustentabilidade é a nova seara explorada pelos publicitários, que precisam lidar com um consumidor mais alerta à maquiagem verde e clientes nem sempre preparados para adequar discurso à prática

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#31 (2009)

As voltas que o mundo dá, por Amália Safatle

Plástico, múltiplo e dinâmico, o sistema capitalista comportaria uma nova lógica de consumo e produção capaz de promover prosperidade nos limites que o ambiente impõe. Essa mudança, entretanto, precisa antes ser objeto de um desejo coletivo.

O todo poderoso, por Carolina Derivi

O consumidor firma-se como novo ator social, mas sua capacidade é limitada. O risco de manter o foco na ação individual é perder de vista a urgência de mudanças em larga escala.

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# 42 (2010)

O ponto sem volta, por Gisele Neuls

Especialistas em todo o mundo empenham-se em descobrir a partir de que momento nossa interferência nos ecossistemas leva a uma situação irreversível

Esqueceram de mim, por Amália Safatle

Enquanto mal ou bem a agenda climática avança, a da biodiversidade continua obscurecida e perde em objetividade. Traduzi-la em termos econômicos é a saída para que ganhe corpo e voz

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# 53 (2011)

Viagem em massa, por Amália Safatle

O que a maior operadora de viagens da América Latina tem a dizer sobre sustentabilidade? Como o turismo, de forma geral, poderia ser usado como instrumento de conservação ambiental e cultural? Nesta entrevista, o fundador da CVC, Guilherme Paulus, que trabalha com o setor há 38 anos, nega que a atividade traga impactos negativos a uma região, defende que o “progresso tem que vir forte”, e acredita que cabe aos governos a tarefa de proteger os lugares.

Impacto sim, mas positivo, por Flavio Gut

Instrumento poderoso, o turismo tanto pode acelerar a degradação como promover a conservação. A segunda escolha é mais inteligente, até porque dela depende a sobrevivência do negócio a longo prazo

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# 64 (2012)

Antídoto contra as crises, por José Alberto Gonçalves Pereira, colaboração de Gisele Neuls

Vinte anos depois, a maior questão é encontrar os meios para viabilizar a transição a uma nova economia, que se coloque a serviço do bem-estar humano – dentro dos limites e ciclos da natureza

Divisores da sociedade civil, por Sucena Shkrada Resk

Em um caldeir]ao de múltiplas vozes, a abertura para dialogar com o governo e o setor privado é uma das divergências. Também se questiona até que ponto a economia verde significa uma mercantilização da vida

 

No final deste mês começa a  COP-18, a Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima, no Catar. A reunião sobre clima é a primeira após a Rio+20, e acontece à sombra do desastre causado pelo furacão Sandy nas ilhas do Caribe e na costa leste dos Estados Unidos.

Para que você possa refletir sobre os desafios e os dilemas das mudanças climáticas, destacamos 10 matérias publicadas pela Revista Página 22, do GVces. Confira!

#65 (julho/2012)
Robin Hood Verde, por Magali Cabral
O Fundo Clima – que só deve liberar dinheiro em 2013 – usa dinheiro do petróleo para financiar negócios de baixo carbono

 

#62 (abril/2012)

 

#55 (agosto/2011)
Vá limpar carvão, por Fabio Rodrigues
Avô da indústria energética atual, esta fonte fóssil recusa a aposentadoria. Para arrepio dos ambientalistas, não falta quem diga que continua indispensável para o mundo e seja ponte fundamental para a energia do futuro

 

#55 (agosto/2011)
Efeito Cilada, por Eduardo Geraque
Com impactos maiores do que se supunha, o chamado efeito ricochete é uma ducha fria no combate às emissões de carbono. A lição que se obtém disso é que a eficiência não pode tirar o consumo do centro do debate

 

#51 (abril/2011)
Menos carbono na construção, por Gustavo Faleiros
Apesar de iniciativas para reduzir emissões, a indústria cimenteira ainda é uma das que mais contribuem com a mudança do clima. No Brasil do PAC e da Copa, o desafio é monumental

 

#50 (março/2011)
Clima & Economa: Mudança climática encarece alimentos, por Gustavo Faleiros e José Alberto Gonçalves Pereira

 

#44 (agosto/2010)

 

#36 (novembro/2009)
Um meio para vários fins, por Flavia Pardini
A mudança climática não é algo que será solucionado, mas sim uma ideia que pode ser usada para alcançar objetivos ambientais e sociais, afirma o geógrafo britânico Mike Hulme

 

#35 (outubro/2009)
Na vertical, por Flavia Pardini
Os efeitos das mudanças climáticas podem trazer as fazendas para bem perto. Talvez para o arranha-céu ao lado

 

#06 (março/2007)
Carbono neutro: sem máscaras, por Giovanni Barontini

 

Veja também no De Lá Pra Cá, seção do site da P22, os textos de Regina Scharf sobre o impacto das mudanças climáticas nas eleições presidenciais norte-americanas deste ano e de Flavia Pardini sobre o legado do furacão Sandy nos Estados Unidos.

 

No último dia 08, a Convenção sobre Diversidade Biológica deu início a sua COP-11, em Hyderabad (Índia), o primeiro evento de alto nível na área ambiental após a Rio+20. O principal desafio dessa conferência é como financiar e executar as metas assumidas há dois anos, em Nagoya, para conter as perdas da biodiversidade.

Em sintonia com estes debates, o blog Coletivo Sustentável reuniu neste mês algumas matérias publicadas pela Revista Página 22, do GVces, que tratam da sustentabilidade sob a ótica da biodiversidade. Confira!

 

# 67 (setembro/2012)

Conservação como negócio, por José Alberto Gonçalves Pereira

Organizações tentam fisgar empresas para investir nos parques brasileiros

# 65 (julho/2012)

A economia da floresta nativa, por Roberto S. Waack

Informalidade, ilegalidade e impunidade massacram um quarto “i”, o das intenções

#61 (março/2012)

Por um olhar mais completo, por Cristina Simonetti

A biodiversidade tem sido tratada de forma simplista nas iniciativas em prol da conservação – o que não lhes tira o mérito, mas restringe a avaliação de alguns indicadores

# 47 (novembro/2010)

Nagoya entrou na História, pela Redação

A COP-10 da CDB foi o palco final de uma negociação que se arrastava há muitos anos, o Protocolo sobre Acesso e Repartição dos Benefícios dos Recursos Genéticos da Biodiversidade (ABS, sigla em inglês).

# 46 (outubro/2010)

Em busca de pesos e medidas, por Gisele Neuls

O que ainda precisa evoluir para melhor reportar as ações em defesa da biodiversidade

Mundo invadido, por Eleoisa Beling Loose

As espécies exóticas invasoras são o segundo maior fator de perda de biodiversidade. Mas somente a ação de uma espécie – a humana – poderá resolver o problema que ela provocou

# 43 (julho/2010)

Biodiversidade em frascos, por Gisele Neuls

O longo caminho entre a natureza e as prateleiras

# 42 (junho/2010)

Esqueceram de mim, por Amália Safatle

Enquanto mal ou bem a agenda climática avança, a da biodiversidade continua obscurecida e perde em objetividade. Traduzi-la em termos econômicos é a saída para que ganhe corpo e voz

Espelho meu, por Carolina Derivi

A diversidade cultural e a biodiversidade enfrentam os mesmos riscos, compartilham estratégias de conservação e, em última análise, dependem uma da outra

 

Faltando apenas algumas semanas para o primeiro turno das eleições municipais de 2012, selecionamos algumas matérias publicadas pela revista Página 22, do GVces, que tratam de temas relacionados às cidades e suas interfaces com a sustentabilidade e que levantam questões importantes para se refletir em tempos eleitorais.

# 63 (maio/2012)

Cidadania do mundo, por Amália Safatle

Para Eduardo Jorge, secretário do Verde e do Meio Ambiente do município de São Paulo, as cidades podem e devem participar da governança global

A fama das calçadas, por Thaís Herrero

A condição das calçadas é um indicativo da qualidade de uma cidade. Está ligada à mobilidade, segurança e serviço prestado por seus habitantes e governantes

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# 61 (março/2012) – Peso pesado, por Leilane Marinho

Embora não esteja nos holofotes, é o entulho o maior componente do lixo nosso de cada dia. Caberá aos municípios determinar o destino correto dos resíduos da construção civil

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#  59 (dezembro/2011) – Uma cidade para chamar de nossa, por Maria Lutterbach

Exemplos mostram o que no Brasil parece um sonho: dinamismo e vida de qualidade coabitando o mesmo lugar

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# 55 (agosto/2011) – O espetáculo e o mito, por Carolina Derivi

Na história dos megaeventos esportivos, o propalado legado urbanístico e socioeconômico configura a exceção, e não a regra. Muito mais frequentes são os casos em que as populações desassistidas se transformam em vítimas de um processo atropelado de remoção e as contas da cidade mergulham no vermelho (entrevista com a urbanista Raquel Rolnik)

 

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# 53 (junho/2011) – A cidade cíclica, por Carolina Derivi

Barcelona está escrevendo mais um capítulo da sua notável trajetória urbanística, voltado para a criatividade e a competitividade global. Os deslizes do percurso demonstram que nem todos os ativos dessa nova economia podem ser frutos de engenharia

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# 52 (maio/2011)

Cidades que funcionam, por Flavio Gut

Pelas pessoas e para as pessoas: essa é a inteligência que a vida urbana pede no século XXI. Nos movimentos espontâneos, característicos da sociedade em rede, cresce a certeza de que ninguém conseguirá fazer nada sozinho

Se essa rua fosse minha, por Carolina Derivi (colaboração de Eli Ridolfi)

Vamos imaginar, ainda que com o máximo poder de abstração, como seriam as nossas cidades se a bicicleta fosse encarada como um veículo legítimo. Os benefícios difusos, econômicos, sociais, ambientais e urbanísticos são surpreendentes

Com afeto, nas cidades, por Ana Cristina D’Angelo

Nada de palcos. Artistas entregam-se e integram-se ao cotidiano, ressensibilizam o espaço urbano e provocam a real convivência

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# 51 (abril/2011) – Aprender a conversar, por Carolina Derivi

No Brasil, a democracia participativa ainda tem muito que evoluir, em termos de qualidade e alcance. Uma série de experiências, dentro e fora da política, ensina a arte do diálogo e da convergência

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# 42 (junho/2010) - Do cimento à semente, por Eduardo Shor

Em meio ao concreto de uma metrópole como São Paulo, ainda há espaço para plantas, bichos e pessoas. Mas dá para criar bem mais

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# 41 (maio/2010) – A incrível cidade que encolheu, por Regina Scharf

No mundo em que tudo ganha dimensões exageradas, a diminuição de alguns núcleos urbanos parece um contrassenso

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# 39 (março/2010)

São Paulo Limitada, por Ana Cristina D’Angelo e Maria Lutterbach

Que fim levou o sonho feliz de cidade, quando 57% dos habitantes dizem querer deixá-la

Volta por cima, por Amália Safatle

Antes de tudo, reconhecer a queda: admitir que o antigo modelo de metrópole foi superado, Em seguida, levantar e sacudir a poeira. E então dar a volta por cima: reinventar as grandes cidades, fazer florescer suas vocações, descobrir as lideranças que vão arregimentar forças em uma nova direção, e construir esse futuro de forma participativa e transparente (entrevista com o economista André Urani)

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# 35 (outubro/2009)

Pensar local, agir global, por Carolina Derivi

As mudanças climáticas lançam luz sobre um mundo interdependente por completo, de todo que não basta fazer a lição de casa local. Como 70% das emissões globais de gases de efeito estufa têm origem nos ambientes urbanos, há muito que as grandes cidades podem fazer para mitigar o fenômeno e ainda influenciar novos rumos para o planeta (entrevista com o economista Sérgio Besserman Vianna)

Soberania às cidades, por Tatiana Achchar

Mais que se preparar para o pico do petróleo e o aquecimento global, movimento mundial faz com que metrópoles e vilas desenhem uma visão própria do futuro próximo e a coloquem em prática

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# 28 (março/2009) – Como a cidade mora em você

Gigantismo, aglomeração, ritmo veloz e estagnação. As marcas da metrópole reverberam na saúde e no comportamento de seus moradores

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# 26 (dezembro/2008) – Semear cidades, por Ricardo Barretto

Ao buscar novas formas de usar o território e os recursos naturais, o projeto da tecnofloresta planeja áreas de recomposição florestal que crescem junto com núcleos urbanos

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# 09 (junho/2007)

Querer ser, por Flavia Pardini

O especialista em sustentabilidade urbana Peter Newman diz que o maior desafio para as cidades, onde quer que estejam, é acreditar que o sonho pode ser urbano

São Paulo Cidade dos outros, por Flavio Lobo

Nas filas e no trânsito, nas imagens de cineastas e fotógrafos, a “locomotiva do Brasil” revela a sua imobilidade. Efeito e reprodução de um ímpeto modernizador que acentua cisões

O mundo nas cidades, por Flavia Pardini

Dos países desenvolvidos que buscam soluções para reduzir as emissões de carbono às nações em desenvolvimento, onde morar bem ainda é privilégio, o futuro é urbano

Para onde vamos?, por Amália Safatle

Ao reunir tanta gente em um determinado espaço, as cidades representam o desafio máximo de equilibrar homem e natureza. São Paulo, sonho e pesadelo, é um grande mote para repensar os rumos da civilização

 

Em tempos de julgamento do “mensalão” e de CPI sobre esquemas de corrupção envolvendo parlamentares, lideranças políticas e contraventores, reunimos neste post algumas matérias publicadas pela revista Página 22, do GVces, sobre o tema da corrupção no Brasil e seus efeitos sobre a sustentabilidade.

#60 (fevereiro/2012) – Em falta, a alma da democracia, por Bruna Borges

Com mais uma eleição este ano, surge um fio de esperança de mudança e renovação do jogo político brasileiro. Mas, para Fernando Henrique Cardoso, a política brasileira, em sentido metafórico, morreu. Ao mesmo tempo, o que temos é a arquitetura da democracia, mas não sua alma. Segundo o ex-presidente, em entrevista concedida a Página22 em novembro passado, os partidos não representam seus eleitores e a população não é consultada efetivamente sobre as decisões tomadas em Brasília. E o que é mais grave: “A corrupção virou condição para a governabilidade”, diz.

#59 (dezembro/2011) – Antes… e depois?, por Bruna Borges

Mesmo sem acompanhar os trabalhos do Congresso, não há como negar que algo não vai bem na política brasileira.  Os escândalos de corrupção são inúmeros.  Há um descolamento entre o que se decide em Brasília e o que realmente precisa ser feito para o País inteiro.  E é crescente o sentimento, de parte dos cidadãos, de que os políticos não os representam. Grupos insatisfeitos mobilizam-se para transformar a política em algo mais alinhado com os desejos e as necessidades da sociedade.  O que sairá disso ainda é uma grande incógnita.

#42 (junho/2010) – Morte e vida da política, por Amália Safatle

Renato Janine Ribeiro especula que a política estaria chegando a um fim.  Vinda de um professor de Filosofia Política, é uma ideia perturbadora, que ele escolhe para abrir esta conversa.  “Se isso estiver acontecendo, qual o problema?”, provoca.  Para Janine, novos espaços, como o cultural, o da informação e tantos outros, fariam as vezes da política, ao cumprir seu objetivo maior, que é o de promover a liberdade e a discussão de valores fundamentais.

#41 (maio/2010) – O fator PMDB, por Maristela Bernardo

Nenhuma novidade partidária escapará dessa máquina, se chegar ao poder.  A menos que tenha como propósito central a modernização do Estado e a reforma política.

#21 (junho/2008) – Vitrine ou vidraça?, por Amália Safatle & Carolina Derivi

Ao sediar os jogos em 2014, o Brasil tem menos de seis anos para mostrar ao mundo reformas nos campos social, político, ambiental e de infra-estrutura. Os treinos mal começaram.

 

 

Esse post é só para estimular quem ainda não acompanha o twitter da P22 a seguir o mircoblog da revista do GVces.

Abaixo, um apanhado das últimas inserções.

Só coisa fina! @pagina_22

(ao lado, a capa da última edição)

Cidades criativas http://bit.ly/avhBbP sustentabilidade, jazz e blues

O que move o gosto pela arte hoje, as categorias, conceitos e preconceitos na distinção entre popular e eruditohttp://bit.ly/cnyxBz

Mascote das Olimpíadas de Londres 2012 é uma gota de aço. Está faltando biodiversidade ao Reino Unido?

Enquanto capacidade produtiva da pesca aumenta, quantidade de peixe efetivamente capturado só diminui http://bit.ly/9rJCjf

A nova chefe da COP do clima é costarriquenha. Saiba por que esse pequeno país é um gigante em sustentabilidadehttp://bit.ly/bS5CxA

RT @Cristiane_Prizi Descobri um Travel Green Guide pra download free na web. Será muito útil http://bit.ly/dcsTwc

PIB: ascensão e queda http://nyti.ms/bJfLSc no NYT

Parada do orgulho vegano http://bit.ly/cizkpi

Em SP, Cine-Clube Socioambiental tem programação excelente e gratuita, inclusive filmes fora do circuito comercial

Usinas de energia das marés. Coreia do Sul e Rússia saem na frente http://bit.ly/agKHNq

Biomimética: o que a natureza faria? http://bit.ly/9GeDvw

Visual dominante do high-tech, carro é sempre preto ou prata. Haveria uma estética para a sustentabilidade? http://bit.ly/9xXG9V 

Confirmado Guilherme Leal na chapa de Marina Silva. Foi à P22 a 1a entrevista desde que ele passou a ser cogitadohttp://bit.ly/nNffO

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