A marcha pelo clima levou uma multidão às ruas de Nova York juntando pais, filhos, jovens, celebridades e autoridades para discutir mudanças climáticas dois dias antes da Cúpula de Clima que ocorre no dia 23/9, na Sede da ONU.

Em Nova York para acompanhar eventos ligados à Cúpula, tive o privilégio de testemunhar a marcha, que foi replicada em várias partes do mundo e tinha uma mensagem clara para os líderes de todo o planeta: #NowNotTomorrow (agora, não amanhã). A hashtag que se espalhou nas redes sociais, entre tantas outras, traz dois alertas simultâneos: já estamos vivendo as mudanças climáticas e é preciso ação imediata em escala global para evitarmos impactos ainda piores na sociedade, na economia e no meio ambiente.

Abaixo, algumas imagens que capturei durante a marcha, que revelam um novo momento de mobilização coletiva na história recente das negociações internacionais, há pouco mais de dois meses da COP-20, a Conferência do Clima a ser realizada no Peru.

Nessa última imagem, enquanto a marcha seguia pelas ruas, ao lado no Central Park, um grupo fazia a Vigília da Terra.

Guarany Osório

 

O Portal Carbono Brasil publicou hoje uma análise de Sébastien Duyck, do Adapt a Negotiator, que sistematiza o posicionamento dos países e coalizões governamentais nas negociações recentes sobre o acordo climático global previsto para ser concluído em 2015. No caminho para esse entendimento, a próxima Conferência do Clima, a COP-19, que acontecerá a partir do próximo dia 11 em Varsóvia, será uma etapa importante para que negociadores consigam construir os consensos necessários.

Ao longo dos últimos meses, países e coalizões compartilharam expectativas sobre os resultados das negociações para o novo acordo. Isto foi feito através de submissões, que segundo a análise tem um papel especialmente particular nas negociações por causa do gap temporal entre o último encontro técnico, realizado em Bonn em junho passado, e a COP-19. Nesse contexto, as submissões oferecem um bom panorama dos rachas que podem ser esperados entre os negociadores em Varsóvia no mês que vem.

De acordo com a análise de Duyck, são quatro os pontos de desentendimento mais importantes no processo de negociação para 2015: a data de submissão dos compromissos nacionais, o papel da revisão dos compromissos internacionais, o grau de diferenciação entre os países, e o nível das obrigações incluídas no acordo de 2015.

Confira a análise na íntegra aqui (parte 1: países em desenvolvimento) e aqui (parte 2: países industrializados). Se quiser, leia a versão em inglês no site do projeto Adopt a Negotiator.

Bruno Toledo

 

Em meio a um ciclone de notícias e discussões sobre os resultados da COP18/CMP8, aproveitamos para destacar, dentre diversas matérias, um breve resumo sobre dois temas específicos.

Elaboramos uma lista sintética com foco em números e datas sobre os temas a seguir:

Segundo Período de Compromisso do Protocolo de Quioto:

- 2013-2020: Período de comprimento

- Meta agregada: 18% abaixo dos níveis de 1990

- 2014: Possibilidade de revisão da meta para aumento da ambição (pelo menos de 25 a 40% abaixo dos níveis de 1990)

- Países com metas : Austrália, Belarus, Cazaquistão, Mônaco, Noruega, Suíça, Ucrânia e países membros da União Europeia.

Plataforma de Durban

- 2013: Identifica e explorar opções de ações que levem a medidas de mitigação mais elevadas com o objetivo de diminuir o emissions gap (http://www.unep.org/publications/ebooks/emissionsgap2012/) pré-2020. Constou na decisão uma forte preocupação com as atuais promessas de reduções de emissões que poderão comprometer os esforços para se evitar o aumento da temperatura em 2ºC.

- 2014: Com base na agenda de 2013, identificar atividades para o plano de trabalho de 2014.

Muitos outros temas merecem nossa atenção como, por exemplo, financiamento, adaptação, MRV e novos mecanismos de mercado. Assim, fica o link para acesso a todas as decisões tomadas na COP18 e CMP18: http://unfccc.int/2860.php

 

Confira como foi a participação das empresas brasileiras na COP no blog Empresas na COP. Também veja o trabalho desenvolvido pelo Observatório do Clima, que reúne organizações civis empenhadas com a questão climática, na conferência deste ano.

Guarany Osório, GVces

 

O GVces se uniu à CNI, ao CBEDS e ao Ethos no grupo denominado Iniciativas Empresariais pelo Clima (IEC), com o intuito de sincronizar suas ações em mudanças climáticas e economia de baixo carbono e propiciar uma plataforma para o setor empresarial de discussão e orientação a respeito da conferência da ONU sobre mudanças climáticas (COP-17), que acontece de 27/11 a 10/12 na África do Sul.

Além de promover encontros na Conferência de Durban e assessorar os representantes de empresas no acompanhamento de negociações e de eventos paralelos, o IEC acaba de lançar um blog onde publicará reflexões e relatos sobre o que acontece na COP e assuntos relacionados.

Acesse: http://www.empresasnacop.com.br

 

Quem acompanha as conferências da ONU sobre mudança do clima deve estar com a sensação de que essa é uma das mais mornas já realizadas nos últimos anos. A possibilidade de não se definir uma continuidade para o Protocolo de Kyoto, a baixa expectativa de decisões relevantes e o pouco debate sobre o tema na mídia, há pouco mais de um mês do 17o. encontro, dão a noção de como a coisa anda tépida.

Mas existe um elemento de novidade que distingue a Conferência de Durban das que a precederam: a COP 17 é a primeira que acontece após a onda de movimentos sociais que estão questionando as estruturas de liderança, controle e rumos políticos em diversas partes do mundo. Dos levantes no Oriente Médio, aos protestos na Europa, passando por respingos na China e na América Latina, e agora um movimento que toma força nos Estados Unidos.

De modo geral, esses movimentos afirmam não ser mais possível manter o mesmo padrão de tomada de decisão nas políticas econômicas e sociais, muitas vezes voltadas ao interesse de grupos reduzidos em detrimento da sociedade como um todo. Essa insatisfação generalizada, ainda que sobre realidades diferentes, clama por decisões políticas consistentes, focadas de fato no bem comum. Nesse sentido, teríamos um ambiente global propício para a renovação dos esforços e dos resultados da Conferência das Partes da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança do Clima. Afinal, estamos falando também aqui de governos lidando com um problema fundamental para o curso das sociedades que os sustentam e cujo histórico de decisões e sua aplicação na prática têm deixado a desejar. As evidências estão tanto no endereçamento tímido dos desafios e soluções relacionados à mudança do clima, por parte dos diferentes países, quanto na perda de legitimidade da ONU enquanto instituição que promove o entendimento para uma ação comum entre os países no combate ao maior desafio socioambiental da história recente do planeta.

Quando as manifestações sociais em diferentes parte do globo impõem às nações uma demanda por revisão de suas opções e estratégias políticas, acabam por colocar também um questionamento sobre como tem sido o posicionamento de cada um deles no contexto global. E o ambiente da COP não poderia estar de fora. Países que bloqueiam o avanço das negociações, países que boicotam medidas fundamentais para o combate às mudanças climáticas, países que se esquivam de compromissos com políticas de reestruturação do sistema produtivo para atender a lobbies específicos em detrimento da sociedade como um todo e ainda, só para citar alguns arquétipos encontrados no ambiente da COP, os países que propõem globalmente iniciativas que não correspondem a suas políticas em solo nacional.

Para o Brasil, a exemplo das outras nações, se coloca uma oportunidade de renovação da postura adotada no contexto da COP e principalmente de seu posicionamento interno. No caso brasileiro, um movimento social que pode ser tomado como termômetro do ambiente propício a uma ação governamental mais contundente e integrada no contexto das mudanças climáticas é a recente onda de protestos contra a corrupção, que parece ganhar força nas ruas. Nas manifestações contra corrupção é possível identificar como subtexto o descontentamento com ações (nesse caso, ilegais) voltadas a atender grupos específicos em detrimento do resto da sociedade e com as respostas paliativas do poder público, que não resolvem um problema crônico no Brasil.

Esse termômetro da sociedade indica o anseio por medidas de longo prazo e a adoção de políticas que redefinam os rumos do país nas mais diferentes esferas, de modo a garantir um futuro melhor para toda a sociedade. Esse é o mesmo preceito necessário a uma estratégia efetiva de combate e de adaptação à mudança do clima, capaz de reduzir a deterioração do meio ambiente em solo brasileiro e de colocar o país em rota de competitividade de sua economia frente a uma nova realidade que se desenha mundialmente nessa área, marcada pela inovação e pela redução dos impactos sobre a natureza.

Se a COP 17 e cada um dos países envolvidos no processo estiverem atentos para os sinais que a sociedade global emite nas manifestações que vêm ocorrendo nos últimos tempos, enxergarão aí uma demanda contundente por ações concretas e duradouras em prol do “nosso futuro comum” (o lema do desenvolvimento sustentável) e o ambiente inequívoco para que o combate às mudanças climáticas se torne um norte permanente à atuação política e econômica das nações.

Ricardo Barretto

 

Com as sucessivas ressacas das últimas COPs do clima, pouco se tem ouvido falar da 17a. Conferência das Partes da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança do Clima. Isso não quer dizer que o desafio que a originou – a alteração do regime climático do planeta pela ação humana – esteja sendo tratado de modo apropriado. Pelo contrário, estudo do Joint Research Centre da União Europeia, divulgado esta semana pela imprensa, mostra que as emissões de gases do efeito estufa cresceram 45% entre 1990 e 2010, batendo a marca inédita de 33 bilhões de toneladas.

Para quem acha o dado alarmante, é importante ter em mente que os números poderiam ser piores, não fosse a crise mundial que causou desaceleração da economia. Ainda assim, os Estados Unidos tiveram aumento de 5% de suas emissões e no Japão elas se mantiveram estáveis. A Comunidade Europeia conseguiu reduzir suas emissões em 7% – abaixo do patamar de 5,2% sobre os índices a 1990, estipulado pelo Protocolo de Kyoto – e a Rússia em incríveis 28%. Ou seja, o cenário que se apresenta é de forte crescimento das emissões dos países em desenvolvimento, que em números absolutos ainda são menores que das nações desenvolvidas. Entre 2009 e 2010, as emissões aumentaram em 10% na China, 9% na Índia e 5% no Brasil, no México e na Coreia do Sul.

Se desafio é o que não falta para os países que estarão representados na COP 17, o mesmo não se pode falar da vontade política, essa anda bem escassa quando o assunto é mudança de modelo econômico – algo essencial para combater as mudanças climáticas. Em parte por conta de lobbies existentes nos diferentes contextos nacionais de setores contrários a um redesenho e em parte pelo custo inicial necessário.

Um indicador da urgência das mudanças vem do Banco Mundial, que produziu um relatório a ser apresentado na reunião de ministros do G20 em novembro, definindo recomendações para levantar recursos para ações de mitigação e adaptação, como corte nos subsídios dos combustíveis fósseis, piso de US$ 25 para créditos de carbono e taxação das emissões do setor de transportes, conforme informa o The Guardian.

Para adotar esse tipo de iniciativa, os países desenvolvidos certamente cobrarão por uma ação mais compartilhada com os emergentes, cuja responsabilidade no contexto do aquecimento global aumenta não só pela intensificação de suas emissões, mas pelo maior peso político e econômico que vêm alcançando nos últimos anos.

E o caso brasileiro deve ganhar destaque nas discussões. O desmatamento voltou a aumentar nos últimos meses, os sinais de enfraquecimento da legislação ambiental interna se multiplicam e a Política Nacional sobre Mudança do Clima, bem recebida na COP 15, ainda não saiu do papel. O país apresentará na Conferência de Durban os planos setoriais que correspondem às propostas internas do país para mitigação. Mas para que as ações brasileiras sejam consistentes, é necessário que sejam estabelecidas de modo integrado com as diferentes áreas do governo federal, bem como com as esferas estadual e municipal.

O marco regulatório tem sido considerado um dos principais entraves ao combate às mudanças climáticas pelo Brasil. O setor privado já leva adiante iniciativas como a plataforma Empresas pelo Clima (EPC), coordenada pelo GVces, mas não tem os parâmetros da atuação governamental e da legislação para planejar a longo prazo e empreender modificações operacionais e de estratégia que sejam compatíveis com uma economia de baixo carbono.

É preciso que o Estado brasileiro entre no compasso dos atores internacionais e nacionais que estão olhando para o futuro do planeta e da sociedade, para garantir a parte do país no esforço global pelo clima e a sincronização do Brasil com um processo de renovação da economia mundial.

Ricardo Barretto

 

Nestes dias de COP16 três momentos vividos me fizeram por um instante parar de pensar apenas nos possíveis resultados e conseqüências deste encontro, e olhar para o processo de uma forma mais ampla.

O primeiro foi no ônibus lotado a caminho do Moon Palace, olhei ao meu redor e foi muito interessante notar que um terço do veículo era ocupado por negros no melhor estilo Africano, o segundo terço por orientais de diversas origens e os ditos brancos preenchiam a terceira parte, isso falando de uma forma bem generalista pois o numero de etnias no veículo era muito maior.

O Segundo foi na Plenária, com os representantes de todos os 194 países devidamente identificados por placas nas mesas, alguns deles ainda vestidos com roupas típicas. Uma plenária multicolor, um hot spot biodiverso…

O ultimo momento de reflexão foi durante o coquetel de abertura da COP que ocorreu na noite de segunda, onde todos os tipos de gringos possíveis saboreavam um banquete de nachos e tortilhas ao som de los mariaches.

É cliché, eu sei, mas esta mistura me relembrou a sensação de cidadão do mundo, de que estamos no mesmo barco. A escala e natureza da questão tratada aqui não respeita fronteiras, e isso gera o que talvez seja o maior desafio para o enfrentamento das mudanças climáticas, a colaboração global. Em aproximadamente 100 milhões de anos nunca tivemos que pensar no conjunto espécie para a tomada de decisão. Nossa visão, moldada pela necessidade, sempre se limitou aos parentes, vizinhos e, no máximo, compatriotas.

É interessante pensar que são as conseqüências de termos nos multiplicado absurdamente e nos espalhado por todos os cantos do Planeta que agora exigem que tenhamos que pensar conjuntamente, parece controverso e é um desafio inédito.

Tentando buscar a essência da questão, é só através desta visão de cidadania global compartilhada que conseguiremos resolver o problema. Se isso ocorrer, será uma rara conseqüência positiva das mudanças climáticas, valiosa para diversos outros problemas socioambientais que não estão na agenda deste encontro.

* cobertura completa da COP 16 aqui

Roberto Strumpf

 

Domingo, 13/12. O Bella Center está fechado. Um dia de respiro para os participantes da COP-15. Bem, mais ou menos. Na verdade, ministros de vários países estão na cidade desde ontem encaminhando as discussões políticas após uma semana de negociação em Copenhague e alguns anos de debate sobre o período pós-Kyoto.

 

 Pela cidade acontecem também outros eventos envolvendo integrantes de delegações, ONGs e jornalistas que estiveram a semana toda concentrados nos pavilhões do Bella Center. O grande destaque é para o Forest Day, um dia todo dedicado a apresentações e discussões envolvendo biodiversidade e as mudanças climáticas. Especificamente para os brasileiros, a agenda não termina por aí. O governador José Serra terá um jantar com diversos integrantes da sociedade civil para falar da COP, de mudanças climáticas e de ações pela economia de baixo carbono. Rachel e Juarez entre eles.

 

No meu caso, aproveitei o domingo para conferir o Bright Green, um grande panorama de soluções tecnológicas de baixo carbono, desde fontes e formas de produção de energia, até automóveis inovadores e eletrodomésticos (www.brightgreen. dk). Mas o que mais me chamou a atenção no evento foi o bem humorado e bem vindo protesto de um grupo de atores ativistas que, vestidos elegantemente de branco à porta do evento, com taças de champanhe na mão, gritavam palavras de ordem como “greenwash” (a já conhecida maquiagem verde de produtos e empresas não tão verdes assim) e “vamos mudar nossas fontes de energia para não termos que mudar nosso modo de vida”. Recado muito bem dado para quem acha que combater a mudança do clima é uma mera questão tecnológica. Abaixo, vídeo com trecho da performance.

 

http://www.youtube.com/watch?v=tarEYN2dxgM

Tive tempo ainda de chegar à grande praça da prefeitura onde está o coração de Hopenhagen. A palavra brinca com o nome da cidade e o termo para esperança em inglês: hope. A ideia é que Copenhague seja mais do que a sede da COP-15 mas um lugar onde iniciativas concretas de redução de emissões e de sensibilização e mobilização das pessoas para a questão do clima. No grande calçadão do centro da cidade, próximo ao canal e à casa do governo local, existe uma série de exposições, instalações e eventos periódicos acontecendo com o objetivo de dialogar com os cidadãos que estão na capital dinamarquesa (mais em www.hopenhagenlive.com). Destaque para a exposição de fotos ‘100’, que mostra em grandes painéis montados em sequência em círculo cem lugares de grande beleza no planeta que estão ameaçados pela mudança do clima. Confira o site: www.100places.com/

 

Algo que me chamou a atenção tanto no Bright Green quanto no Hopenhagen foi a grande quantidade de dinamarqueses – programa de família mesmo. Achei interessante ver essa vontade de se inteirar das coisas mesmo com essa invasão de estrangeiros que só falam de clima e com o bombardeio que eles devem ter sofrido no último ano sobre esse tema e os preparativos da COP-15.

 

Pra fechar o domingo, aconteceu a leitura das cartas de amor par o futuro. Mensagens de pessoas de todo o mundo para as gerações que estarão por aqui daqui a cem anos. Todas elas, bem como alguns presentes simbólicos foram colocados numa urna especial que permanecerá selada até o início do próximo século. Abaixo, imagens dessa noite, com trechos das cartas lidas. Veja também esse vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=uLIAwqUvBJY

 

Acabo de voltar do almoço. Existe um restaurantezinho no canto direito do hall central que é o mais disputado – claro, porque a comida é melhor. Isso significa que a fila ali é sempre beeem longa. Enquanto esperava a minha vez, ouvi  a seguinte piadinha: “The COP doesn’t move …” (a COP não se mexe).

Agora, alguma imagens do dia:

concentração do Dia Mundial de Ação pelo Clima, em Copenhague

... horas depois, as pessoas na COP acompanhavam pela TV o que ocorria nas ruas

 Vídeo com trecho da manifestação … antes da polícia iniciar a ação de repressão.

 
O tamanho da COP-15 é algo inacreditável. O tamanho dos diversos pavilhões, a número de pessoas participando, a quantidade de eventos e debates. Abaixo, algumas fotos para vocês terem uma idéia da coisa em Copenhague.

"sala" de computadores para a sociedade civil

 

"sala" de imprensa

 

balcão para pegar o programa do dia

 

um dos vários saguões onde os observadores trabalham e se articulam

E onde essa gente toda deixa os casacos para enfrentar o frio daqui (que não está tão intenso assim há alguns anos, me contam os dinamarqueses)?

 
 

 

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