As inscrições para participar do Guia EXAME de Sustentabilidade 2015 foram prorrogadas até o dia 12 de junho. O questionário está disponível aqui.

O Guia EXAME de Sustentabilidade é a maior e mais respeitada pesquisa realizada no Brasil sobre práticas de responsabilidade corporativa. A metodologia do guia e a análise dos dados são elaboradas pelo GVces. No ano passado, 228 empresas que operam no país participaram da pesquisa, e 69 foram destacadas ou mencionadas na publicação final.

Mais informações sobre o encontro e o Guia 2015 no site http://exame.abril.com.br/revista-exame/guia-de-sustentabilidade

Helton Barbosa

 

As inscrições para participar do Guia EXAME de Sustentabilidade 2015 estão abertas até o dia 29 de maio. O questionário está disponível aqui.

O Guia EXAME de Sustentabilidade é a maior e mais respeitada pesquisa realizada no Brasil sobre práticas de responsabilidade corporativa. A metodologia do guia e a análise dos dados são elaboradas pelo GVces. No ano passado, 228 empresas que operam no país participaram da pesquisa, e 69 foram destacadas ou mencionadas na publicação final.

Como em todos os anos, será realizado um encontro com empresas interessadas em participar do processo, para que possam tirar dúvidas sobre a publicação, o questionário e a metodologia de avaliação. Este evento acontecerá no próximo dia 27 (segunda), das 09h às 11h, no mezanino da sede da Editora Abril (Avenida das Nações Unidas, 7221, Pinheiros – São Paulo/SP). Para participar do encontro, confirme sua presença até 24/4 pelo telefone (11) 3037.2119 ou pelo e-mail victoria.olivares@abril.com.br. As vagas são limitadas.

Mais informações sobre o encontro e o Guia 2015 no site http://exame.abril.com.br/revista-exame/guia-de-sustentabilidade

Helton Barbosa

 

Com o avanço das demandas por sustentabilidade, investidores em todo o mundo começam a prestar atenção para o risco de se investir em projetos com ativos “encalhados” – ou stranded assets, no termo em inglês.

Em linhas gerais, esses ativos encalhados são capitais imobilizados, que tendem a perder o valor no contexto da sustentabilidade (por exemplo, usinas termelétricas pouco eficientes). Ao mesmo tempo em que representam um risco para investidores, esses ativos são um importante motivador de resistências para o avanço da nova economia. Esta é uma perspectiva pouco discutida no Brasil, mas basta pensar no pré-sal para ver a importância do assunto para nós.

Acaba de sair do forno um interessante relatório sobre o assunto, produzido pela Smith School of Enterprise and the Environment (SSEE), da Universidade de Oxford. É uma leitura interessante para saber mais sobre o tema e para construir conexões com o cenário brasileiro.

Aron Belinky

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