Amanhã, dia 29 de novembro, é uma das datas mais esperadas do ano pelo comércio nos Estados Unidos: é a Black Friday, logo após o Dia de Ação de Graças, que marca o começo da temporada norte-americana de compras para o final de ano. Há alguns anos, grandes lojas brasileiras também aderiram a essa data, promovendo grandes queimas de estoque, com descontos de até 80%. Em geral, os produtos que mais vendem nessa data são eletrônicos, brinquedos, roupas, entre outros.

No entanto, nos últimos anos vem surgindo um movimento que procura questionar o consumismo incentivado pela Black Friday. É a Green Friday, que procura promover conceitos não consumistas, de troca, de valores comunitários e de ações conscientes.

Nesse ano, a Agenda Sustentabilidade procurou trazer esse movimento para o Brasil, com uma proposta bastante simples: trocar os bens materiais por algo mais valioso – o conhecimento. O Green Friday da Agenda Sustentabilidade trará uma relação de cursos que estarão com descontos para quem se inscrever amanhã. Confira no site os cursos e os descontos da Green Friday!

Ricardo Barretto

 
Imagem de infográfico sobre os maiores financiamentos na AmazôniaEm parceria com a Agência Pública, O ECO lança a plataforma http://BNDESnaAmazonia.org, com gráficos e download de dados sobre o dinheiro público investido na região.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é o maior financiador de grandes projetos na Amazônia. Utilizando fundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e aportes feitos pelo Tesouro Federal, o banco financia consórcios e empresas responsáveis pela construção de barragens para geração de energia hidrelétrica, linhas de transmissão, termelétricas e outros de projetos de grande impacto ambiental.
O banco de dados, fruto do trabalho de investigação conjunta do site ((o))eco e da Agência Pública, concentrar informações sobre financiamentos do BNDES na Amazônia e permite conhecer o perfil das empresas financiadas, o total de recursos investidos em cada projeto bem como o ranking de investimentos desde 2008. Os dados foram organizados a partir de planilhas disponíveis no site do próprio BNDES e serão atualizados.
Leia a série de reportagens completa: http://www.oeco.org.br/bndes-na-amazonia
Todos os dados estão disponíveis para download em formato CSV.

 

O esforço da FecomercioSP, Sesc-SP e Senac-SP para alavancar transformações na cidade de São Paulo, visando criar um ambiente de convivência harmônica com melhoria dos espaços, terá uma nova etapa. Dando sequência ao Seminário Internacional de Clusters Criativos e, também, ao lançamento da plataforma colaborativa Sampa CriAtiva, as três entidades irão realizar o Seminário Internacional Sampa CriAtiva, no dia 2 de dezembro.

O encontro reunirá profissionais e projetos de outros Países para promover a troca de experiências e ideias que inspirem a gestão urbana de São Paulo.

Serão escolhidas, até 17 de novembro, as propostas mais impactantes, inovadoras e replicáveis entre as publicadas no espaço colaborativo www.sampacriativa.org.br. As selecionadas serão encaminhadas para os palestrantes do encontro.

O seminário terá transmissão online ao vivo, em português e, também, na língua original da palestra.

As vagas são limitadas e as inscrições gratuitas:

http://www.fecomercio.com.br/?option=com_eventos&view=interna&Itemid=11&id=6997

 

 

Duas notícias chamam a atenção para o potencial – positivo e negativo – das impressoras 3D que estão surgindo nos últimos tempos. Esses aparelhos “fabricam” objetos ou protótipos a partir de um modelo tridimensional, criados por sucessivas camadas de material. A popularização deste aparelho no ambiente empresarial vem permitindo um barateamento das impressoras 3D para pequenas e médias empresas, e em alguns casos os próprios consumidores estão tendo acesso a este tipo de equipamento.

Essa tecnologia inovadora está abrindo espaço para novos usos. Por exemplo, recentemente uma brasileira conquistou o segundo lugar em uma competição global de design com um projeto de uma impressora 3D na qual crianças poderiam produzir a sua própria comida (saiba mais). Esse aparelho permitiria uma personalização do alimento por parte que quem o faz, de acordo com os comandos dados ao equipamento. Além de permitir mexer na composição, a impressora 3D também permite montar alimentos em formatos diferentes e pouco usuais – como bifes com forma de carrinho.

As impressoras 3D, no entanto, podem ir além da reprodução de objetos ou mesmo alimento – elas também podem reproduzir armas fieis, com materiais pouco usuais na indústria armamentista tradicional, que burlam os esquemas de segurança atuais. Foi o que aconteceu há alguns meses em Israel, quando um programa investigativo da TV israelense conseguiu entrar no Parlamento nacional com uma arma produzida em impressora 3D (saiba mais).

A arma, produzida usando os moldes do site Defense Distributed, foi fabricada com plástico, o que facilitou a sua passagem pelos esquemas tradicionais de segurança com base em detectores de metais. Em maio passado, este mesmo site foi alvo de polêmica: em apenas dois dias, o arquivo com os moldes de arma foi baixado mais de 100 mil vezes.

Bruno Toledo, com informações do UOL Notícias Tecnologia

Contribuição de Amália Safatle e Roberta Simonetti

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